Uma média de 35 mil casamentos por ano, 12 mil pela Igreja Católica. São estes os números de um ano habitual de casamentos em Portugal. No entanto, a pandemia veio trocar as contas, mas não as alianças, sendo que muitas só serão trocadas entre maio e setembro de 2021.

Estima-se que no próximo ano sejam realizados mais de 50 mil casamentos, na sequência do reagendamento de pelo menos 17 mil que deveriam realizar-se este ano, de acordo com o "Correio da Manhã".

“Se a crise pandémica for superada, ou naturalmente ou através da criação de uma vacina, assistiremos, no ano que vem, a uma verdadeira retoma. Aliás, as empresas do setor, que agora atravessam sérias dificuldades, não terão mãos a medir e enfrentarão enormes dificuldades em encontrar datas para todas as pretensões”, refere António Brito, diretor da Exponoivos, ao mesmo jornal.

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O próximo ano é, assim, de esperança para o setor, que todos os anos retém mais de 900 milhões de euros, embora alguns noivos tenham decidido manter a cerimónia em ano marcado pela COVID-19, mas noutros moldes. “Houve quem adiasse para o último trimestre ou realizasse o matrimónio na data prevista, com menos de metade dos convidados”, refere o diretor da Exponoivos.

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Contudo, a maioria optou mesmo por adiar a celebração, razão pela qual António Brito prevê que haja “uma espécie de ‘boom’ matrimonial” entre maio e setembro de 2021 — que junta os habituais 35 mil casamentos e os 17 mil que deveriam ter sido celebrados este ano. Contas feitas, são mais de 100 mil noivos.

Já no que diz respeito às cerimónias religiosas no próximo ano estas não devem ultrapassar as seis mil, avança o "CM".

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