O agravamento do número de casos de contágio por covid-19 conduziu ao regresso ao estado de calamidade, decretado esta quarta-feira, 14 de outubro, por António Costa. As medidas mais rigorosas de contenção da pandemia entram em vigor a partir da meia-noite de hoje.

Esta terça-feira, 13 de outubro, Portugal registou 16 mortos e mais 1208 casos. No total, desde o início da pandemia, já morreram 2110 pessoas, vítimas do novo coronavírus.

O primeiro-ministro anunciou as seguintes medidas:

- elevar nível de alerta para estado de calamidade, habilitando o governo a adotar sempre que necessário as medidas que se justifiquem para conter a pandemia, desde as questões de circulação a outras;

- a partir das 24 horas de hoje deixarão de haver ajuntamentos de mais de cinco pessoas, aplicando-se o mesmo em restauração

- limitar eventos de natureza familiar, como casamentos ou batizados, a um máximo de 50 participantes

- proibir estabelecimentos de ensino todos os festejos académicos

- determinar às forças de segurança e à ASAE reforço de fiscalização na via pública e nos estabelecimentos comerciais e de restauração

- agravar até 10 mil euros coimas a pessoas coletivas que não cumpram regras em vigor

- recomendar vivamente a todos os cidadãos o uso de máscara comunitária na via pública sempre que haja outras pessoas na via pública e utilização da aplicação STAY AWAY COVID

Por último, e a medida mais importante, o Executivo de António Costa vai "apresentar à Assembleia da República uma proposta de lei para que seja imposta obrigatoriedade de uso de máscara na via pública e da utilização da aplicação STAY AWAY COVID".

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