Quando era miúda e a minha mãe decidia que não queria cozinhar nessa noite, tanto eu como a minha irmã saltávamos de felicidade. Isso só queria dizer uma coisa: pizza. Bem, às vezes ela surpreendia-nos com a decisão de mandar vir um frango do Ovo de Colombo, mas regra geral íamos para uma pizza familiar da Pizza Hut ou da Telepizza. Não me recordo de qual ganhava, mas lembro-me bem da falta de mais opções. Era isto, só. Mandar vir comida significava escolher entre pizza e frango. E nenhum deles era excecionalmente incrível.

Tudo mudou com a chegada da Uber Eats. Hoje em dia, confesso que não me lembro da última vez que encomendei pizza de qualquer uma destas marcas, ou sequer da mais recente Domino’s. Não me passa pela cabeça fazê-lo quando existem tantas opções nas plataformas de entrega de comida em casa — incluindo de pizzarias mais italianas e menos fast food. Já não me lembro a que propósito surgiu esta conversa, mas comentei isso mesmo com o meu namorado no último fim de semana. Ainda haveria alguém a preferir encomendar uma pizza da Telepizza ou da Pizza Hut quando existem opções tão mais saborosas?

A resposta é sim. Pelo menos se considerarmos o ranking divulgado pela Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) na edição de novembro da “Proteste”, que chega esta terça-feira, 29 de outubro, a todos os associados. A DECO realizou um inquérito com o objetivo de perceber quais são as empresas de entrega de refeições ao domicílio que os consumidores preferem e há alguns resultados surpreendentes.

Mas já lá vamos. Antes disso, alguns factos curiosos: 54% dos inquiridos pede comida em casa entre uma a duas vezes a cada três meses; 40% fica-se entre as três e as dez em igual período, enquanto apenas 6% encomenda mais de dez vezes num trimestre. O gasto médio mensal ronda os 33€ e o método preferencial de encomenda ainda é o telefone (39%), seguido de apps (33%), sites (26%) e outros (2%).

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Regra geral, os portugueses pedem refeições para jantar durante a semana (42%). Jantar no fim de semana (33%), almoçar durante a semana (14%), almoçar ao fim de semana (7%) e outras (4%) são as restantes opções. Últimos dados interessantes: pedimos comida mais para casa (90%) do que para trabalho (7%), ou para qualquer outro sítio (3%); temos entre 18 e 49 anos; e confirmamos que 78% dos pedidos são entregues dentro do tempo indicado ou com um atraso inferior a cinco minutos.

Agora sim estamos prontos para dizer quem são os vencedores. A “Proteste” dividiu os resultados em dois rankings. Para começar, o Top 9 das empresas de serviço de entrega em casa mais pontuais.

Depois, o ranking da satisfação global com o serviço. Neste caso, os inquiridos atribuíram uma nota de 0 a 10, sendo 0 insatisfeito e 10 muito satisfeito.

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