O ex-banqueiro foi encontrado morto na prisão da África do Sul a 13 de maio, onde estava detido desde 11 de dezembro. Quatro dias depois da morte, foi realizada uma autópsia para perceber os motivos da morte, que apontaram para o suicídio.

João Rendeiro morre na prisão. O que acontece agora com os processos crime e os lesados do BPP?
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Contudo, o resultado não convenceu a viúva do antigo presidente do Banco Privado Português (BPP). Assim que o corpo chegou a Portugal, sexta-feira, 4 de maio,  foi realizada uma segunda autópsia pelo Instituto Nacional de Emergência Médica e Ciências Forenses de Lisboa, que comprovou a tese da avaliação realizada na África do Sul, avançou a “CM”,

Em relação à segunda avaliação médica, a viúva de João Rendeiro, Maria de Jesus Rendeiro, justificou que o marido estava detido numa cadeia violenta e que foi ameaçado diversas vezes por outros presidiários.

A advogada da viúva explicou que não existe nenhuma confirmação oficial do consulado de que a autópsia tenha sido realizada na África do Sul. “Para nós esta é a primeira e única”, revelou a advogada, diz o “ECO”, citando a Agência Lusa.

João Rendeiro, de 69 anos, foi encontrado morto a 13 de maio, no estabelecimento prisional de Westville, cerca de seis meses depois de ser preso. O suicídio terá ocorrido depois de as celas terem sido trancadas, motivo que descarta a eventualidade de um crime. 

O dia seguinte à sua morte seria marcado pelo julgamento relativo ao processo de extradição para Portugal. O antigo banqueiro estava preso por ter fugido à justiça portuguesa, tendo sido detido na África do Sul. A 17 de dezembro foi presente a juiz que o colocou em prisão preventiva no estabelecimento prisional de Westville.

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