Não foi um dia fácil. A depressão Elsa fez-se sentir intensamente ao longo da quinta-feira, 19 de dezembro, por todo o território e deixou um terrível rasto de danos — alguns deles, irreversíveis.

Quedas de árvores, sinais derrubados, contentores virados ao contrário, distritos sem luz, ligações de barco interrompidas e uma Lisboa com a circulação condicionada em pontes e comboios. Por todo o País, houve ainda muitas inundações — em Águeda, a localidade de maior risco, o rio transbordou e inundou a zona histórica da cidade, e o Douro galgou as margens do Porto e de Vila Nova de Gaia, avança o "Diário de Notícias". Além de dezenas de desalojados, foram registadas duas mortes como consequência do mau tempo — um das vítimas guiava um camião no Montijo, que foi atingido por uma árvore; outra, em Castro Daire, foi vítima de uma derrocada.

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Dados da Proteção Civil revelam que foram registadas 6237 ocorrências. Houve 2662 registos de quedas de árvores, sendo que mais de 50 pessoas terão ficado desalojadas, avançou a Autoridade Nacional pela Proteção Civil.

Em Lisboa, o MATT — Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia viu a estrutura da sua entrada afetada e fechará portas "nos próximos tempos", avança a "TVI", que cita fonte oficial da Fundação EDP.

As redes sociais estão repletas de registos da tempestade, onde estão visíveis as consequências da tempestade.  No Instagram, foram várias as imagens partilhadas, de norte a sul do País.

No Twitter, a mesma coisa: há registos da tempestade Elsa, seja relativamente aos seus estragos, seja sobre a intensidade com que se fez sentir.

Esta sexta-feira, 20 de dezembro, a depressão continua pelo território português, mas acalmou e, devagarinho, partirá — embora 13 distritos ainda estejam sob aviso laranja e dois amarelo. Porém, o mau tempo não dará tréguas, até porque está prestes a chegar outra tempestade. Chama-se Fabian e deverá ficar por cá até domingo, afetando sobretudo as regiões do norte e centro do país.

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