Os trabalhadores da EMEL, empresa que gere o sistema de estacionamento e mobilidade em Lisboa, estão em greve esta sexta-feira, 6 de maio. Reclamam um aumento salarial de 90 euros, contra os 20 euros inicialmente propostos pela empresa, cujo único acionista é a Câmara Municipal de Lisboa.

O protesto vai ter piquetes "à porta das instalações dos serviços localizados na Rua Sanches Coelho e no acesso ao parque subterrâneo do Marquês de Pombal, seguindo-se uma concentração", informa o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) em comunicado.

Os cerca de 700 trabalhadores da EMEL reivindicam, além do aumento salarial, a atribuição de diuturnidades no valor de 40€, a atribuição de um subsídio de penosidade no valor de 80€, o aumento do subsídio de refeição para 8,5€/dia, bem como dos subsídios de transporte de valores e de turno. As exigências do protesto incluem também 25 dias úteis de férias e dispensa no dia de aniversario.

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Segundo Orlando Gonçalves, do CESP, citado pela Lusa, o protesto dos funcionários da EMEL acontece não só em consequência da inflação mas também porque a empresa municipal assumiu já ter recuperado financeiramente "os níveis pré-pandemia e apresenta planos de investimentos de largos milhões". Ainda de acordo com o sindicato, para 2022 estão previstas receitas superiores a 40 milhões de euros.

A EMEL é a empresa que tem sob a sua alçada a gestão da mobilidade na cidade de Lisboa: parques de estacionamento, estacionamento na via pública, parquímetros, atribuição de dísticos, rede de postos de carregamento elétrico de veículos, serviço de bicicletas partilhadas (GIRA), entre outras funções.

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