O rapper Kanye West usou a conta do Twitter para uma sucessão de tweets controversos esta segunda-feira, 20 de julho, após o seu primeiro comício em North Charleston, no estado da Carolina do Sul. A celebridade anunciou a candidatura à presidência dos EUA a 5 de julho, mas o foco dos assuntos que andam pela rede social não estão relacionados com a corrida à Casa Branca.

Isto porque, durante oo comício, o tema do aborto foi posto em cima da mesa, e o rapper não conteve as lágrimas e revelou que quase matou a filha, referindo-se à primeira gravidez de Kim Kardashian que West quis interromper. Na sequência deste tema revelado em público, o rapper foi para o Twitter fazer revelações inéditas sobre o que aconteceu a seguir. Apesar de os tweets já não existirem, houve quem os registasse.

Ainda que as posições do rapper tenham tendência a ser frequentemente controversas à medida que a data de lançamento de um novo trabalho seu se aproxima, há quem considere que já não se trata de promoção, mas do reforçar do transtorno bipolar que, nos últimos anos, tem tido impacto na vida de Kanye West — que anunciou já não estar a tomar os medicamentos receitados pelo médico.

"A Kim tentou viajar para Wyoming com um médico para me internar como no filme 'Get Out', só porque ontem chorei ao falar em salvar a vida da minha filha", lê-se numa das publicações posteriormente publicadas numa conta de Instagram com o nome do artista.

kanyew.est
créditos: kanyew.est/Instagram

O filme de terror a que se refere fala da história de um homem negro que, quando conhece pela primeira vez os pais da namorada branca, descobre as coisas horríveis que fazem às escondidas — como remover órgãos e fazer transplantes de cérebro.

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A certa altura West diz que "se for preso como Mandela, todos saberão o porquê" e relata que Kriss e Kim, a mulher e a sogra, estavam a chamá-lo. Mas continuou: "Pus a minha vida nas mãos de Deus para que a mãe de North nunca a fotografasse a posar para a Playboy."

Perante os tweets, os fãs revelaram preocupação sobre West, e foi então que o amigo bilionário Elon Musk veio tranquilizar: "Conversámos há cerca de uma hora. Ele parecia bem", disse. Mas houve mais celebridades a apoiar o artista, como Scott Daniel. "Amamos-te Kanye, mantém-te saudável", escreveu. Já Sarah Colonna deixou um alerta: "Kanye precisa de ajuda. Isso não é motivo de riso — e também não é engraçado ou giro votar nele, encorajando isto ou rir dele enquanto está a ter este colapso. Espero que ele tenha a ajuda de que claramente precisa."

No fim da série de tweets preocupantes, West partilhou uma fotografia com os quatro filhos — North, Saint, Chicago e Psalm — e acaba a noite com um tweet: "Estou focado na música agora", seguindo com a promoção do álbum Donda, nome da sua mãe, que será lançado na sexta-feira, 24 de julho.

Na segunda-feira, antes do colapso de West no Twitter, uma fonte próxima de Kim Kardashian disse ao jornal "The Sun" que "Kim quer que Kanye abandone a corrida e disse-lhe que se ele não o fizer, ela deixa-o". A mesma fonte revelou que Kim "perdeu a cabeça" quando Kanye trouxe o tema do aborto para o comício, mas que mais tarde o rapper justificou que "a única razão pela qual disse aquilo foi porque sabia que precisava de algo que causasse impacto para chamar à atenção na campanha."

A família considera que Kanye West precisa urgentemente de ajuda profissional, de acordo com outra fonte ao TMZ.

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