"O Dia da Mulher são todos os dias", mas todos os pretextos são válidos para chamar a atenção para a realidade de quem se reconhece como tal. 8 de março é o dia em que, independentemente da conjuntura política, da cultura ou religião, por todo o globo correm celebrações, marchas e protestos pelo Dia Internacional da Mulher, desde 1977. E esta terça-feira, 8, mesmo entre cheias na Austrália, uma guerra na Europa e uma pandemia no mundo, a data não passou indiferente.

Bem sabemos que flores e chocolates não mudam o mundo, mas a verdade é que cada um vive (e utiliza) o privilégio que é celebrar este dia da forma que bem entende — com a plena noção de ainda há muito por percorrer. Em Portugal, por exemplo, logo pela manhã, o dia foi marcada pelo presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a elogiar o papel da mulher na sociedade, enquanto deixava claro que os passos dados contra a sua discriminação são, em pleno 2022, "ainda insuficientes".

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E enquanto Marcelo enaltecia "a entrega incansável das mulheres na sociedade portuguesa" "na esfera pública e na esfera privada", a internet foi-se tornando, hora após hora, palco de declarações de amor, admiração, força e coragem. De pessoas para pessoas e de seres individuais para uma luta que é de todos.

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Mafalda Castro não deixou escapar a data e foi através da sua conta de Instagram que se declarou às mulheres da sua vida: a mãe, Alexandra Castro Pereira, e a tia e locutora da rádio Observador, Maria João Simões. Neste caso, as duas razões pelas quais diz ser quem é hoje.

"Nunca tive medo de ser mulher. Tive mulheres (e um homem), que me educaram como uma pessoa. Uma pessoa que pode ser absolutamente tudo aquilo que quiser", lê-se na publicação da apresentadora.

E é precisamente com a liberdade na linha da frente, que Dalila Carmo evoca um assunto debatido no "Big Brother Famosos", durante a gala deste domingo: a depilação. Ou, neste caso, a liberdade de poder escolher depilar ou não qualquer parte do corpo, sem julgamentos alheios.

A atriz recorreu ao Instagram para publicar uma fotografia (antiga) sua, com pêlos no corpo, defendendo a mensagem de que a beleza eterna é intelectual e está, escreveu, "nas nossas cabeças".

Já o ator José Carlos Pereira aproveitou a data não só para homenagear o sexo feminino, mas para chamar a atenção para a realidade das mulheres da Ucrânia, que se veem reféns de uma guerra em que não escolheram participar. "Feliz dia Internacional das mulheres. Infelizmente, este ano, são muitas aquelas que sofrem por si, pelos seus, e sem culpa", escreveu.

"Que a nossa homenagem, força e solidariedade este ano vá para elas", acrescentou.

Num tom mais leve, o personal trainer Paulo Teixeira decidiu assinalar a data com uma fotografias daquelas que, diz, são as mulheres da sua vida: a influenciadora Helena Coelho e a pequena Íris, filha do casal. E o novo diretor de informação da TVI, Nuno Santos, seguiu a mesma linha de celebração. Numa publicação em carrossel, fez questão de destacar mulheres que reconhece como cruciais na sua vida.

"Toda a minha vida vivi rodeado de mulheres. A minha avó, a minha mãe, a minha irmã, as minhas várias sobrinhas (...) São mais fortes, com mais instinto, mais práticas. Talvez seja a isso que chamam o sexto sentido", escreveu.

Mel Jordão aproveita a data para partilhar as saudades da sua "mini mulher", diretamente do Dubai. "Feliz Dia da Mulher desde o Dubai", escreveu. "É a primeira vez que viajo sem a mini mulher da minha vida e sei que vim, mas deixei o meu coração juntinho ao dela. Que saudades, meu amor", lê-se.

E enquanto Dolores Aveiro recorreu às redes sociais para celebrar a data, Georgina Rodríguez evocou Coco Chanel para expressar o que sente em relação ao sexo feminino. "Uma mulher deveria ser duas coisas: quem e o que quiser", escreveu, em espanhol.

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