O chef Olivier da Costa, gerente e proprietário da marca Guilty, marcou presença esta quarta-feira, 13 de janeiro, no programa "Cara Podre" da RFM, conduzido por Joana Cruz e Rodrigo Gomes. Sendo empresário na área da restauração, um dos sectores mais afetados pelos efeitos da pandemia em Portugal, a conversa acabou por abranger o movimento Sobreviver a Pão e Água que levou Ljubomir Stanisic, e outros apoiantes, a uma greve de fome em frente à Assembleia da República como forma de protesto contra a falta de resposta do governo.

Questionado sobre os motivos que o levaram a não se juntar ao movimento, Olivier argumentou não se ter revisto em nada daquele movimento.

"Não me identifiquei nada com a ideologia da coisa", começa por explicar. "Não me identifiquei com aquilo e acho que me identifico mais a resolver problemas e a ir à guerra do que fazer birrinhas. Portanto, é arregaçar as mangas e vamos embora", continua.

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Sobre aquela que será, talvez, a maior dificuldade do sector da restauração neste momento, o chef e empresário continua dizendo que "aqueles que estão dispostos a lutar", serão capazes de ultrapassar este mau momento. Mas não abrandou nas críticas, ainda que mais subtis, ao movimento.

"Problemas há sempre e isto, para mim, é mais um desafio. E acho que estou a ultrapassá-lo. Aqueles que estão dispostos a lutar, vão ultrapassar. Aqueles que não pensaram num dia mau, agora estão com um problema. Acho que os que se estão a queixar não estão muito preocupados e que era mais uma coisa de protagonismo do que qualquer outra coisa", continua.

Ao longo da conversa, o chef foi ainda questionado sobre quais das figuras públicas que mais tentavam jantar nos seus restaurantes sem pagar. Olivier da Costa, no entanto, diz que "ninguém crava". "São meus embaixadores e gosto que eles venham. Sabes aquela família... Sou o velhinho que gosta de ter os filhos todos à volta. Fico feliz quando vão todos a casa", conclui.

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