Um homem norte-americano diz que o seu pénis encolheu 3,81 centímetros depois de ter tido COVID-19. O relato foi feito no podcast "How to Do It". O homem de cerca de 30 anos, que manteve o anonimato, escreveu uma carta aos especialistas do podcast dizendo que tem "Pénis COVID". Argumenta que, depois de ter tido sintomas graves de COVID-19, ficou com disfunção eréctil, além de um pénis mais pequeno.

Depois de fazer um tratamento para a disfunção eréctil, o homem continuou com um órgão sexual mais pequeno, uma condição causada devido a danos vasculares permanentes no tecido eréctil.

De acordo com um estudo da University College London, que analisou 3.400 pessoas que foram infetadas com o novo coronavírus, um dos sintomas mais raros naqueles que foram afetados por COVID de longa duração (200 do universo do estudo) foi precisamente este: diminuição do tamanho do pénis.

Um outro estudo, publicado pelo "World Journal of Men's Health" da University of Miami Miller School of Medicine demonstrou que a disfunção das células endoteliais provocada pela infeção do novo coronavírus pode contribuir para a disfunção eréctil.

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Na missiva, o homem diz que os médicos o avisaram de que esta condição seria permanente. "Não devia ter importância, mas teve um impacto profundo na minha autoconfiança e na minha performance sexual", afirmou o ouvinte.

No mesmo podcast, os urologistas Ashley Winter e Charles Welliver confirmam que esta condição, denominada "Pénis COVID", é real e que pode provocar não só o encolhimento do pénis e disfunção eréctil, mas também priapismo (ereção dolorosa, anormal e persistente não acompanhada de desejo sexual ou excitação). No entanto, os dois médicos dizem que há possibilidade de reabilitação, através de medicação e fisioterapia.

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