A iniciativa, que resultou em meia centena de sapatos no relvado da Alameda, foi organizada pela Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto. Exige que se reveja a regra imposta pela COVID-19 e que proíbe as grávidas de terem acompanhante durante o parto nos hospitais públicos
Hospitais privados recusam realizar partos previamente marcados caso as mulheres estejam infetadas com o novo coronavírus. Algumas unidades hospitalares públicas estão a seguir o mesmo procedimento.
O projeto nasceu em plena pandemia, o que até permite aliviar as carteiras de futuras mães, sem terem de abdicar da moda. Saiba tudo sobre o Mom-to-Mom.
O alerta veio da Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto, que mesmo num contexto de pandemia, não encontra motivo para o adiantamento dos partos das mulheres que acusam negativo para o COVID-19.