De acordo com a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, as novas normas sobre a gravidez e o parto estão a ser revistas e são uma prioridade da Direção-Geral de Saúde (DGS). A revelação foi feita na conferência de imprensa desta sexta-feira, 8 de maio.

As indicações da DGS até ao momento são contrárias às da Organização Mundial de Saúde, e das defendidas pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) e por obstetras, nomeadamente o facto de ter de se deitar fora o leite materno e de não haver contacto pele com pele entre mãe e bebé após o nascimento. Uma vez que as medidas parecem desajustadas à opinião e preocupações de mães e equipas médicas, a revisão foi um dos temas abordados na conferência. Até aqui, continua a vigorar a determinação publicada pela DGS, que diz que "após o parto, o contacto pele a pele está desaconselhado".

"Uma das nossas prioridades é a sua revisão e como sabem revemos sempre estas normas com outros especialistas", disse a diretora-geral da Saúde acrescentando que a DGS está atenta ao assunto. Quando questionada sobre datas, Graça Freitas revelou que "vai ser a mais breve possível", uma vez que estas orientações dependem de vários fatores.

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"As grávidas têm aqui um fator de confiança que é terem médicos e enfermeiros que as assistem ao longo do seu percurso e que podem assinar coisas que não estejam tão bem na orientação. E neste momento estamos a fazer muitas orientações para o público em geral e para setores que iniciaram a retoma de atividade", diz, reforçando que este tema é uma prioridade e "tão breve quanto possível" será emitida uma orientação atualizada.

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