A entrevista exclusiva que Harry e Meghan Markle concederam a Oprah Winfrey vai ser exibida na televisão portuguesa, na SIC. A informação foi confirmada esta quinta-feira, 11 de março, pelo próprio canal à MAGG, depois da aquisição dos direitos de transmissão. A data de estreia, no entanto, ainda não foi anunciada, mas fonte da SIC diz que será para breve.

Ao longo de uma conversa de duas horas, os duques de Sussex teceram varias críticas à família real britânica e acusaram-na de racismo depois de terem sido levantadas preocupações acerca do eventual tom de pele do primeiro filho do casal, Archie.

"Naqueles meses em que estava grávida, começou a haver, em paralelo, a conversa: 'Não lhe será dada segurança, nem um título'. Mas também surgiram preocupações sobre como a sua pele [referindo-se a Archie] poderia ser mais escura quando nascesse", deixando no ar a possibilidade de que Archie dificilmente se tornaria príncipe e, por isso, teria menos proteção. "A ideia de o nosso filho não estar seguro e o facto de não ser titulado da mesma forma que o outros netos..."

"Simplesmente não queria viver mais". As revelações explosivas de Harry e Meghan a Oprah
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Apesar da revelação, os duques recusaram-se a revelar a identidade das pessoas que expressaram estas "preocupações". Mas Harry lembra-se de que o assunto era, muitas das vezes, iniciado com uma questão semelhante: "Afinal, como é que as crianças se vão parecer?".

Após a emissão da entrevista, e depois de iniciada a especulação sobre quem terá iniciado este tipo de conversas, Oprah Winfrey veio a público, a pedido de Harry, dizer que nem o príncipe Filipe nem a rainha Isabel II estiveram envolvidos.

Na mesma entrevista, pautada por uma tensão palpável e duras críticas ao Palácio de Buckingham, Meghan Markle acusa a família real de negligência. A pressão interna que sentia e que unia forças com a mediática, à medida que os tablóides britânicos investiam numa cruzada anti-Meghan Markle, fizeram com que a saúde mental da duquesa começasse a definhar. "Senti-me vítima de um enorme assassinato de caráter", diz.

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"Simplesmente não queria viver mais. E isso foi, para mim, muito claro e real. Foi um pensamento constante e assustador e só me consigo lembrar do quanto o Harry me apoiou e me deu a mão." Na mesma entrevista, a duquesa diz ter pedido ajuda ao Palácio de Buckingham que a ignorou por não ser "uma funcionária remunerada da instituição".

Tive muita vergonha de pedir ajuda naquela altura e de ter de admitir ao Harry o que estava a sentir. Mas sabia que, caso não dissesse nada, tê-lo-ia feito. Simplesmente não queria viver mais", repete.

Nessa altura, Meghan era constantemente impedida de sair de casa porque pessoas ligadas à "Firma", nome que usa recorrentemente para se referir à instituição da família real, preocupavam-se acerca "do que isso poderia parecer" ao olho público.

A MAGG tentou contactar Daniel Oliveira, mas o diretor de programas da SIC nunca atendeu o telemóvel.

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