Depois de ter surpreendido os telespetadores pela negativa ao imitir vozes esquisitas no dia da primeira gala do “Big Brother 2020”, Hélder voltou a surpreender, e não pelas melhores razões. Desta vez, são os comentários que fez quando estava a fazer um desafio com Soraia que desiludiram os fãs do programa.

Os dois estavam um em frente ao outro quando o concorrente disse: “Prefiro ser mulherengo do que ser…”. Enquanto dizia isto, Hélder apontou subtilmente para Edmar, o concorrente homossexual que veio de Londres. Soraia rapidamente o advertiu: “Olha, tu não digas isso. Eu não acho piada nenhuma”. O concorrente de Santa Maria da Feira ainda se tentou justificar, mas os colegas que estavam ao lado continuaram a dizer-lhe que aquele comentário tinha sido infeliz.

A situação aconteceu esta segunda-feira, 11 de maio, já no final da emissão do programa no TVI Reality. Entretanto, o caso começou a tomar proporções maiores quando um dos comentadores do programa, Pedro Crispim, partilhou um pequeno clipe do momento nas redes sociais, juntamente com um texto, apelidando o concorrente de “inseguro” e “baixo nível”.

A ovelha, as figurinhas de Hélder e os exageros. Os piores e melhores momentos da primeira gala do "Big Brother 2020"
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“Este tipo só pode ser parvo. O Hélder é inseguro e de nível baixo, como já revelou ser desde o início deste BB. Até com as mulheres, que diz adorar, quando o próprio não sabe claramente o que é ‘adorar’ alguém. Isso [o respeito] deverá começar ao respeitarmos o outro”, começou por escrever no Facebook.

“Quando alguém adulto, de forma consciente e gratuita, promove e incita direta ou indiretamente o ódio através do seu discurso condescendente e totalmente desajustado, revela aí a sua falta de princípios e carácter. Atitudes como esta são deploráveis”, continuou. O também stylist explicou que considera que o machismo e as “brincadeiras enraizadas de preconceito” ainda são uma constante na nossa sociedade.

“Este tempo, que deveria ter servido para organizar ideias, rever prioridades e crescermos, só foi aproveitado por alguns para limar arestas e sair desta quarentena de alguma forma melhores, mais empáticos e com outra consciência do mundo e do ser humano. Mas também deu espaço para quem já era idiota ficasse ainda mais. O Hélder é um claro exemplo disso”.

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