Esta segunda-feira, 4 de maio, é dia de recomeço para muitos portugueses. Para além da abertura de alguns setores, o dia é também o primeiro num período de situação de calamidade pública livre de restrições, restrições essas que impediam as viagens para fora do concelho de residência entre 1 e 3 de maio.

Com a vida dos portugueses a voltar gradualmente ao normal, a afluência aos transportes públicos tem sido maior desde o início da manhã, setor onde vigora uma medida de difícil controlo, como os funcionários da área afirmam. Referimo-nos ao uso obrigatório de máscara pelos passageiros dos comboios, metro e autocarros.

Em Lisboa, na Gare do Oriente, assistem-se desde as primeiras horas do dia a duas situações opostas: enquanto que no metro não existe "qualquer controlo das entradas dos passageiros e alguns arriscam mesmo entrar sem máscara", escreve o "Observador", no terminal rodoviário a Polícia Municipal controla os autocarros. Já nos comboios, os seguranças controlam a entrada de passageiros sem máscara, embora não possam multar quem não a usa.

"É praticamente impossível garantir” uso obrigatório de máscara e que só entram 2/3 das pessoas no metro e comboios
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Também no Cais do Sodré se assistem a diferentes cenários.  Na estação de barcos, não existe controlo do uso de máscara, embora grande parte dos passageiros esteja a circular protegido. Também ao Observador, uma fonte garantiu que “as pessoas são responsáveis e sabem”, abordando o tema da proteção individual, mas foi notória a falta de um controlo oficial à circulação, refere o jornal. No metro, quem não tiver máscara está a ser impedido de circular e ainda não há multas, cenário que se deve manter ao longo do dia, e também na terça-feira.

O panorama é o mesmo em Sete Rios, onde a entrada está a ser controlada por um funcionário da estação, que barra o acesso a passageiros sem máscaras. No Rossio, a responsabilidade das entradas na estação cabe à Polícia de Segurança Pública (PSP), que também impede a circulação a quem não esteja a usar máscara. No Marquês de Pombal, ninguém entra sem a proteção.

Mas, no Porto, já há coimas para quem não cumprir as regras de segurança. Na estação da Trindade, um dos responsáveis pela fiscalização já impediu a circulação de uma mulher que se recusou a usar máscara, para além de a multar. Esta coima teve o valor de 60€, mas pode ir de 120€ a 350€ caso não seja paga voluntariamente nas próximas duas semanas.

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