O jornalista Flávio Meireles, que era pivô de um programa desportivo da TV Clube, uma estação que faz parte da Rede Globo, foi demitido por ter sugerido que Jair Bolsonaro deveria ter sido morto no ataque à facada que sofreu em 2018, durante a campanha eleitoral. As declarações foram feitas na sua conta de Twitter do jornalista, mas muito mal recebidas pelo canal, que avançou com um processo de despedimento. Flávio Meireles confirmou a sua dispensa esta segunda-feira, 24 de outubro.

No seu post no Twitter, o jornalista disse que a facada a Bolsonaro "foi mal dada”. Para depois, numa outra mensagem ter explicado o que queria dizer: “Se [a faca] já estava dentro, o que custava girar?”, questionou. “Às vezes no silêncio da noite (não só da noite, mas de todos os momentos do dia mesmo…) eu fico imaginando: que facada mal dada da porra, mésti!”, twittou Flávio Meireles. Imediatamente surgiram comentários muito negativos e foram feitos vários print screens da publicação. Meireles acabou por apagar a mensagem pouco depois. Logo no dia seguinte, a TV Clube reagiu publicamente, dizendo que a atitude demonstrada pelo pivô “não condiz com a conduta de isenção orientada pela emissora”.

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Mas foi só na segunda-feira que Flávio Meireles comunicou o despedimento, novamente através da rede social. “Bom dia, lindezas. Hoje encerro minha história na Rede Clube. Por causa da polémica do fim de semana, a direção achou por bem rescindir meu contrato. Mas não se preocupem. Estou bem! E aproveito para deixar um recado a quem, de verdade, faz parte da turma do ódio: não passarão!”, postou o jornalista.

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