A portuguesa encontrada morta, esquartejada e decapitada em França a 19 de setembro tinha recebido dias antes 20 mil euros por ter participado num casamento arranjado com um homem marroquino. Isto, enquanto mantinha um relacionamento amoroso com João, o seu companheiro real. As autoridades investigam uma ligação entre esta situação e a morte de Diana Santos, 40 anos.

O casamento de fachada foi como cidadão marroquino Gibran Banhakeia, que recorreu a este esquema para poder obter um passaporte que lhe permitisse circular livremente na Europa, revela o "Correio da Manhã" desta sexta-feira, 7 de outubro. A negociação entre o homem e Diana terá começado com valores a rondar os 45 mil euros, mas foi descendo e acabou por se fixar nos 20 mil euros.

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Quem era totalmente contra esta opção era o companheiro de Diana, João, que estava a par da situação. “Eu fui contra, mas ela quis casar por dinheiro”, disse o homem, em declarações ao "Correio da Manhã". Ainda de acordo com o que terá dito ao jornal, Diana estaria envolvida em esquemas de tráfico de drogas. Era comum, revelou ainda, Diana sair de casa "à sexta-feira e só voltar no domingo". "Ia para Mont-Saint-Martin (local onde o corpo apareceu) muitas vezes e toda a gente sabe para que é que o fazia. Ali, ou se consome droga ou se vende”.

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As autoridades continuam a investigar o crime macabro que terminou com a morte de Diana e o abandono do seu corpo esquartejado atrás de um prédio velho, sem cabeça e com braços e pernas serradas. Para João, a explicação passa pelas "más companhias" da antiga namorada. “Estou de consciência tranquila. Sei que tentei que ela não andasse com más companhias, mas não me dava ouvidos”, disse ainda ao CM. Quem parece que não gostava muito do facto de o casamento ser apenas uma coisa de fachada era o marido de Diana, Gibran Banhakeia. “O marroquino dizia que ela ou era dele ou não era de ninguém”, revelou ainda João.

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