Esta segunda-feira, 22 de março, a AstraZeneca revelou os resultados de um ensaio clínico norte-americano alegando que a vacina desta farmacêutica é 79% eficaz na prevenção da COVID-19 nos sintomáticos e tem ainda uma eficácia de 100% em doença grave. De acordo com o comunicado divulgado, após ensaios clínicos de fase III, que contaram com 32.449 participantes, a vacina mostrou ainda 80% de eficácia em participantes com 65 anos ou mais.

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Contudo, segundo o regulador americano, que cita um grupo de especialistas independente, a AstraZeneca poderá ter incluído dados desatualizados nos ensaios clínicos, o que compromete a estimativa da eficácia revelada pela empresa. O Instituto Nacional de Doenças infecciosas e Alergias (NIAID), que supervisiona os ensaios clínicos das vacinas, teme que "a AstraZeneca possa ter usado informações desatualizadas neste ensaio, o que pode ter resultado numa estimativa incompleta da eficácia da vacina."

"Instamos a empresa a trabalhar com o Conselho de Monitorização de Dados e Segurança (DSMB), para avaliar a eficácia dos dados e garantir que os mais precisos, recentes e eficazes possíveis sejam divulgados o mais rápido possível", é referido na nota citada pelo "Diário de Notícias". 

Após vários países terem suspendido a administração desta vacina por precaução, na passada quinta-feira,18, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) considerou-a "segura e eficaz", tendo alguns países retomado o uso da vacina. Portugal retomou esta segunda-feira, 22 de março, a administração da mesma.

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