A série de televisão “Chernobyl”, que retratou a catástrofe na antiga central nuclear no norte da Ucrânia, aumentou a curiosidade sobre a aquilo que aconteceu há mais de 30 anos. Agora, e depois de todos os olhares estarem de novo postos em Chernobyl, a central pode vir a ser classificada como Património Mundial da UNESCO.

A proposta foi feita pelo ministro da Cultura ucraniano, Oleksandr Tkachenko, que defende que "a área pode e deve ser aberta aos visitantes, mas deve ser mais do que apenas um destino de aventura para exploradores", disse Oleksandr Tkachenko, de acordo com a "Volta ao Mundo", que cita a AFP.

Depois de em 2019 a antiga central nuclear ter registado um número recorde de visitas — 124 mil turistas —, o ministro considera o "lugar de memória” onde a 26 de abril de 1986 ocorreu a explosão de um reator nuclear, é “não apenas para os ucranianos, mas para toda a humanidade”.

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Para isso, o governo da Ucrânia apostou na recuperação de Chernobyl, como foi da construção de uma cúpula protetora gigante sobre o quarto reator onde se deu a explosão — obra terminada em 2016 — e até 2021 podem surgir novos projetos.

Chernobyl é agora uma cidade fantasma, dado que autoridades de Kiev consideram que não é seguro viver na zona de exclusão — com cerca de 2.600 quilómetros quadrados em torno da central nuclear — nos próximos 24 mil anos. Apesar de não haver vida humana no local, a vida animal apoderou-se das imediações, e é possível ver alces e veados na zona.

Mais do que um local de vida selvagem e de atração turística, Chernobyl pode mesmo vir a ser reconhecida pela agência cultural da ONU, o que permitiria preservar o local onde ocorreu aquele que é considerado o pior acidente nuclear da história.

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