Já com três filhos, o príncipe William é, aos 37 anos, o segundo na linha de sucessão ao trono da família real britânica. E é ele quem está em grande destaque no novo documentário da BBC que levanta o véu sobre o seu passado conturbado e que tenta explorar, junto de William, de que forma é que olha para o futuro.

E para o príncipe, o facto de ter sido pai fez regressar algumas das memórias mais difíceis da adolescência quando, com apenas 15 anos, se viu obrigado a fazer o luto da mãe, a princesa Diana, que morreu de forma violenta em 1997.

"Quando passas por uma experiência tão traumática, como o facto de te veres obrigado a viver sem o teu pai por perto ou a perder a tua mãe numa idade tão jovem, todas essas sensações regressam com alguma turbulência", revela o príncipe no trailer do documentário que tem estreia marcada para quinta-feira, 28 de maio.

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E o que mais lhe custou foi, na altura, não ter ninguém que lhe pudesse dar a mão. "O pior é quando, naquele momento, não há ninguém para te ajudar. E em certas ocasiões, foi mesmo muito, muito difícil."

No entanto, e depois de se ver obrigado a reviver todas essas memórias difíceis, William garante que, já adulto, o apoio da mulher foi fundamental para não se sentir desamparado.

Num documentário que tem como base uma entrevista, conduzida pelo ex-jogador de futebol Marvin Sordell, William usa a visibilidade e a plataforma que lhe é concedida para voltar a consciencializar para questões tão fundamentais como a saúde mental — que o levou a juntar-se ao irmão, príncipe Harry, através da associação Heads Together que promove o fim do preconceito face à saúde mental.

É que ambos, de igual forma, sentiram o impacto mental de perder a mãe em crianças.

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