Donald Trump, antigo presidente dos Estados Unidos, recorreu à justiça para obrigar o Twitter a restaurar o acesso à sua conta. A conta de Trump na popular rede social foi suspensa indefinidamente após a invasão do Capitólio pelos seus apoiantes, a 6 de janeiro de 2021.

A denúncia, na qual o ex-presidente norte-americano acusa o Twitter de uma "censura" contra si, violando, segundo o próprio, a sua liberdade de expressão, foi apresentada esta sexta-feira, 1 de outubro, num tribunal do estado da Flórida, noticiou a Agência France Presse, citando documentos judiciais, escreve o jornal "Observador".

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Tal como se pode ler nos documentos, Donald Trump acredita que o Twitter, onde tinha mais de 88 milhões de seguidores, foi "forçado" a suspender a sua conta pelo Parlamento norte-americano. Na denúncia, lê-se que a plataforma "exerce um grau de poder e de controlo sobre o discurso político no país [Estados Unidos] que é imenso, sem precedentes e profundamente perigoso para o debate democrático aberto", e é ainda referido que até os talibãs, agora no poder no Afeganistão, podem tweetar. Contactado pela Agência France Presse, o Twitter absteve-se de comentar a notícia, lê-se no "Observador".

Donald Trump não foi só afastado do Twitter. O antigo presidente dos Estados Unidos foi também banido, de forma temporária ou definitiva, de plataformas como o Facebook, Instagram, Youtube ou Snapchat.

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