Na quarta-feira à noite, 12 de outubro, a estudante Kaiya Armstrong, 22 anos, pilotou um pequeno avião Cessna e aterrou com sucesso no aeroporto College Park, em Maryland, nos Estados Unidos. 

Kaiya acreditava que não conseguia pilotar, nem conduzir. A Fundação para Crianças Cegas, uma organização do Arizona com 70 anos de existência, proporcionou-lhe a oportunidade de aprender a pilotar um avião sem a visão plena. Quando aterrou, foi recebida com inúmeros aplausos, incluindo estudantes que tinham cartazes com mensagens de força e símbolos em Braille.

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Durante a viagem, que se fez numa aventura de cinco dias, desde o Arizona, até ao Novo México, atravessando o Midwest, com uma última etapa no Kentucky (cerca de 700 quilómetros), a jovem de Arizona tinha um co-piloto com quem comunicar ao lado, que lhe dava informações vitais em tempo real. "Este é um momento tão grande, não apenas para mim e para a minha família, mas para toda a comunidade de deficientes visuais", disse Kaiya Armstrong.

A viagem foi patrocinada pela Fundação para Crianças Cegas, que tem como missão ensinar cerca de 2000 mil estudantes de todas as idades a ingressar na vida como deficientes visuais, de acordo com a reportagem do "Washington Post".

A visão da jovem de 22 anos começou a dar sinais que algo não estava bem aos 14 anos, quando num passeio de bicicleta Kaiya Armstrong começou a ver o mundo desfocado. Mais tarde, os pais vieram a saber que uma doença autoimune tinha afetado a visão da filha. Caiu diversas vezes no chão e a vida académica não foi fácil, até que aprendeu a usar a bengala em vídeos no Youtube, segundo referiu o pai, Mark Armstrong. 

Em 2019, conheceu a fundação que a levou a aprender braille e a frequentar a faculdade. Hoje, a jovem de 22 anos estuda Criminologia e tem intenções de se matricular no curso de Direito. 

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