Kelvin Kiptum, recordista mundial da maratona, morreu este domingo, 11 de fevereiro, num acidente de viação no Quénia. O jovem, que tinha apenas 24 anos, viajava numa estrada na zona de Elgeyo-Marakwet quando perdeu o controlo do carro, despistando-se e caindo por uma ravina com cerca de 60 metros de altura, segundo o “Jornal de Notícias”.

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O carro só parou quando chocou contra uma árvore, explicou Peter Mulinge, comandante da polícia local, citado pelo mesmo meio de comunicação. Na viatura estavam o atleta queniano e o seu treinador, Gervais Hakizimana, que também acabou por morrer. 

A notícia foi avançada pela World Athletics, que lamentou o sucedido através de um comunicado publicado no site oficial no domingo. O presidente, Sebastian Coe, disse estar “chocado” com a morte do jovem de 24 anos, confessando que Kiptum era “um atleta incrível” e que deixara “um legado incrível”. “Em nome de todo o atletismo mundial, enviamos as nossas mais profundas condolências às suas famílias, amigos, companheiros de equipa e à nação do Quénia", disse.

O presidente do Quénia, William Ruto, também lamentou a morte do atleta na manhã de segunda-feira, 12 de fevereiro, recorrendo à rede social X (antigo Twitter) para relembrar o jovem. “Kelvin Kiptum era uma estrela. Possivelmente um dos melhores desportistas do mundo que rompeu barreiras para conseguir um recorde na maratona. Ele tinha apenas 24 anos, e como herói que era, triunfou em Valência, Chicago, Londres e outras competições de topo. A sua força mental e disciplina eram inigualáveis. Kiptum era o nosso futuro”, escreveu.

Em dezembro de 2022, Kelvin Kiptum estreou-se a competir na maratona de Valência, depois de já ter participado em várias meia-maratonas, inclusive na Meia Maratona de Lisboa, em 2019, onde se estreou internacionalmente e conquistou o quinto lugar. Em abril de 2023 participou na sua segunda maratona, em Londres, e seis meses depois, em Chicago, conseguiu bater o recorde mundial ao completar o percurso em apenas 2 horas e 35 segundos, 34 segundos a menos que o antigo recorde, pertencente ao queniano Eliud Kipchoge. O atleta venceu as três maratonas.

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