Contabilizam-se 350 mil casos de infecção por COVID-19 e um total de 7800 vítimas mortais na Suécia, país que optou por uma abordagem de "responsabilização individual", nunca adotando medidas restritivas, como o confinamento nacional, a utilização obrigatória de máscaras. Quase todas as escolas, bares e restaurantes mantiveram-se abertos.

Na quarta-feira, 16 de dezembro, num programa de televisão, o rei sueco, Carlos XVI Gustavo, admitiu que a estratégia adotada para lidar com a pandemia falhou neste país: “Acho que falhámos. Temos um grande número de mortos e isso é terrível."

“A população da Suécia tem sofrido tremendamente em condições difíceis. Penso em todos os familiares que não conseguiram despedir-se dos seus entes falecidos. Acho que é uma experiência difícil e traumática não poder dizer um adeus caloroso”.

O rei, que tem 74 anos, foi questionado sobre se tinha receio de contrair o vírus, ao que respondeu que este "está cada vez mais perto", uma vez que "ultimamente" o risco "parece mais óbvio."

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