Esta terça-feira, 16 de março, pelo menos oito pessoas morreram na sequência de três tiroteios na cidade de Atlanta, Estados Unidos. Os atentados ocorreram em três casas de massagens asiáticas, o que levanta a hipótese de se tratarem de crimes com motivações raciais.

O presumível autor já foi detido pelas autoridades norte-americanas, tendo sido capturado durante a noite, a cerca de 250 quilómetros da cidade. Trata-se de Robert Aaron Long, 21 anos, informa a Agência Lusa, tal como escreve o "Observador".

EUA. A venda de mochilas à prova de bala aumentou após os tiroteios de El Paso e Dayton
EUA. A venda de mochilas à prova de bala aumentou após os tiroteios de El Paso e Dayton
Ver artigo

O primeiro tiroteio ainda ocorreu durante a tarde desta terça-feira, num salão de massagens no norte de Atlanta, e deixou quatro mortos e dois feridos, confirmou um porta-voz da polícia do condado de Cherokee. Seguiram-se outros dois tiroteios também em espaços de massagens, já nos arredores da cidade, que causaram mais quatro mortos.

As autoridades norte-americanas revelaram ainda que encontraram "três mulheres mortas devido a ferimentos visíveis de balas" e, ainda no local, "a polícia recebeu relatos de tiros disparados do outro lado da rua”, onde encontraram uma outra mulher morta.

Apesar das coincidências, a polícia afirma ser ainda "demasiado cedo para confirmar” que os três tiroteios estão relacionados, mas confirmou que seis das oito vítimas mortais são de origem asiática. Sem serem conhecidas as motivações dos ataques, os tiroteios desta terça-feira ocorrem num momento em que as agressões contra norte-americanos de origem asiática têm vindo a aumentar, salienta a Agência Lusa, citada pelo mesmo jornal.

Mais: de acordo com dados da associação Stop AAPI Hate, foram denunciados online mais de 2.800 atos racistas e discriminatórios contra a comunidade asiática nos Estados Unidos em todo o país, entre março e dezembro de 2020.

Subscreva a newsletter da MAGG.
Subscrever

As coisas MAGGníficas da vida!

Siga a MAGG nas redes sociais.

Não é o MAGG, é a MAGG.

Siga a MAGG nas redes sociais.

Fale connosco

Se encontrou algum erro ou incorreção no artigo, alerte-nos. Muito obrigado.