A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve uma família de carteiristas cuja operação era liderada e supervisionada pela avó. Ainda que a detenção tenha acorrido na segunda-feira, 13 de dezembro, o comunicado oficial só foi emitido esta sexta-feira, 17, pelo Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.

O grupo, composto por cinco mulheres com idades compreendidas entre os 30 e os 70 anos, e um homem, 45, já estava a ser investigado desde o final de 2020. Foi nessa altura, sabe-se, que aumentou o número de queixas por furto de carteiras em locais como supermercados, centros comerciais ou outros estabelecimentos comerciais. Todos esses furtos viriam a estar "associados a levantamentos de dinheiro e pagamentos feitos com os cartões bancários" que tinham sido roubados, escreve o jornal "Sol", citando o comunicado oficial emitido pela PSP.

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Ainda que, diz a PSP, o grupo se movimentasse "com grande mobilidade" por todo o País — havendo casos de furto registados na Madeira, nos Açores, em Coimbra, Abrantes ou Leiria —, estava centralizado com maior incidência nas regiões de Lisboa e arredores, como Montijo, Barreiro, Seixal, Loures, Amadora e Cascais.

Sabe-se que a responsável por esta rede era uma mulher de 70 anos, a avó da família, que comandava os restantes elementos a fazer os roubos em lojas e espaços comerciais, escreve o "Correio da Manhã".

Terá sido um furto cometido num supermercado na zona da Amadora que fez com que as autoridades começassem a ter mais elementos de prova para chegar à verdadeira identidade dos assaltantes. Quando, na segunda-feira, 13, a PSP se apresentou junto das três mulheres que faziam parte da rede criminosa, estas tinham acabado de roubar uma idosa num supermercado do Seixal, escreve o mesmo jornal.

A PSP contabiliza que esta rede terá gerado 21.500€ de prejuízo às vítimas. Quatro elementos estão em prisão preventiva e outro elemento está sujeito a apresentações regulares às autoridades. Todos os envolvidos têm nacionalidade colombiana.

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