Há mais 19 mortes e 564 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados este sábado, 13 de março, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico.

Os dados surgem no dia em que as farmácias passam a poder vender testes rápidos à COVID-19. Contudo, como foi já noticiado, os kits ainda não estão disponíveis para venda nestes estabelecimentos dado que o Infarmed ainda não revelou quais são os fornecedores autorizados.

140 pessoas infetadas com COVID-19 depois de serem vacinadas. Caso aconteceu em Portugal
140 pessoas infetadas com COVID-19 depois de serem vacinadas. Caso aconteceu em Portugal
Ver artigo

Durante a manhã deste sábado, 13 de março, em comunicado, a Associação Nacional das Farmácias esclareceu que aguarda "o enquadramento legal que vier a ser definido nos termos da portaria" para avançar com a comercialização dos testes. Ao "Observador", a presidente da Associação de Farmácias de Portugal garantiu que os estabelecimentos estão prontos para vender os testes rápidos, mas criticou o facto de o anúncio do Governo ter sido feito apenas esta sexta-feira, um dia antes da venda passar a ser permitida.

A marcar a atualidade está ainda a confirmação pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e Infarmed  de que os lotes da vacina da AstraZeneca contra a COVID-19, suspensos em vários países por suspeita de estarem relacionados com casos de trombose, "não foram distribuídos para Portugal".

Vários países suspenderam temporariamente a administração da vacina da AstraZeneca, mas, segundo as autoridades portuguesas, esta foi "uma medida de precaução", não tendo sido confirmado uma relação causal com os eventos tromboembólicos notificados, noticia o "Jornal de Notícias". As autoridades de saúde realçam ainda que "as pessoas podem ser vacinadas de acordo com o agendamento efetuado" e que "a segurança das vacinas é de extrema importância".

Subscreva a newsletter da MAGG.
Subscrever

As coisas MAGGníficas da vida!

Siga a MAGG nas redes sociais.

Não é o MAGG, é a MAGG.

Siga a MAGG nas redes sociais.

Fale connosco

Se encontrou algum erro ou incorreção no artigo, alerte-nos. Muito obrigado.