Há mais quatro mortes e 2706 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta terça-feira, 20 de julho, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico referente à evolução da crise sanitária no País.

A partir desta terça-feira, pessoas a partir dos 35 anos vão poder vacinar-se na modalidade Casa Aberta (que não necessita de agendamento prévio), avançou o grupo de trabalho para a vacinação contra a COVID-19. Basta que o utente se dirija ao centro de vacinação do local onde está inscrito no Centro de Saúde, mas apenas se ainda não tem vacinação agendada. Nesta modalidade, pode proceder à toma da primeira dose caso não tenha estado infetado nos últimos seis meses.

O dia está ainda a ser marcado pelo facto de o primeiro-ministro, António Costa, ter avançado que Portugal pode vir a aliviar totalmente as medidas até ao final do verão, tal como aconteceu esta segunda-feira, 19 de julho, no Reino Unido. Devido à aceleração do processo de vacinação, António Costa afirmou que "podemos olhar para o final deste verão como podendo atingir esse momento importantíssimo para a confiança e libertação total da sociedade que é a imunidade de grupo" e, em linha com essa previsão, o governo tem já "em execução um conjunto de investimentos" para a retoma da economia e para abater o desemprego provado pela pandemia.

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Ainda assim, dados divulgados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) esta terça-feira revelam que o desemprego em junho recuou 6% face ao mês anterior: havia 377.872, menos 24 mil do que em maio. Segundo o IEFP, "é o primeiro mês em mais de um ano em que o desemprego fica abaixo da marca dos 400 mil" trabalhadores.

Sobre as variantes da COVID-19, sabe-se agora que em Portugal a variante Delta é a dominante (95% dos casos), sendo que a prevalência é de 100% no Alentejo e nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Já a variante Beta, que tem preocupado os especialistas pelo facto de se mostrar resistente às vacina da AstraZeneca, "mantém-se baixa e sem tendência crescente", diz um relatório do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).

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