Há mais 61 mortes e 6.489 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta sexta-feira, 20 de novembro, pela Direção-Geral da Saúde, no novo boletim epidemiológico.

Os novos dados são divulgados no mesmo dia em que o parlamento aprovou a renovação do estado de emergência, que entrará em vigor a partir da próxima terça-feira, 24 de novembro. O decreto apresentado pelo presidente da República passou com votos a favor do PS, PSD e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues. Bloco de Esquerda, CDS e PAN abstiveram-se, PCP, Verdes, Chega, Iniciativa Liberal e Joacine Katar Moreira votaram contra.

Universidades e supermercados fechados. Como poderá ser o novo estado de emergência
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Marcelo Rebelo de Sousa fará uma comunicação ao País esta sexta-feira às 20 horas. No sábado, 21, o Conselho de Ministro discutirá as medidas concretas a serem aplicadas, mas sabe-se já que este novo estado de emergência vai funcionar em moldes diferentes do atualmente em vigor. Serão aplicadas medidas diferenciadas por concelho, de acordo com o grau de de gravidade de contágios, que englobarão diferentes níveis de restrições à mobilidade.

De acordo com o "Público", que cita o decreto de renovação do estado de emergência, poderão também ser autorizados confinamentos compulsivos, o impedimento de os profissionais de saúde abandonarem o Serviço Nacional de Saúde.

Empresas e estabelecimentos poderão ser obrigados e mudar de horário ou mesmo a encerrar. Há também a possibilidade de menor proteção de dados pessoais e previsão de uma possível rutura de medicamentos ou material sanitário.

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