Há mais 71 mortes e 3.334 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados este domingo, 20 de dezembro, pela Direção-Geral da Saúde (DGS), no novo boletim epidemiológico.

Os dados são atualizados depois de, no sábado, 19, ter sido anunciado que Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, regressa ao trabalho, já na segunda-feira, 21, tendo já recuperado da COVID-19, três semanas depois de ter sido infetada.

No mesmo dia, foi anunciado que António Costa terá de ficar 14 dias em isolamento profilático na Residência Oficial, na sequência de ter sido considerado contacto com exposição de alto risco à COVID-19. O primeiro-ministro contactou com Emmanuel Macron, presidente francês, que deu positivo ao novo coronavírus.

Macron diagnosticado com COVID-19 depois de ter estado com António Costa
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Durante a semana passada foram anunciadas as novas medidas restritivas para a passagem de ano, mantendo-se, no entanto, as celebrações do Natal, já que continuará a ser permitida a circulação livre entre concelhos — mesmo nas regiões sinalizadas como de risco muito elevado e risco extremamente elevado. A permanência na via pública será permitida até às duas horas da madrugada de 26 de dezembro.

COVID-19. Vacinados devem continuar a usar máscara, defende imunologista
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Nesse dia, no entanto, a circulação volta a estar restrita a partir das 23 horas. No que toca à passagem de ano, no entanto, o governo puxou do travão e proibiu todas as celebrações.

A grande novidade é que haverá proibição de circulação na via pública, em todos os concelhos (inclusive os de risco moderado), a partir das 23 horas de 31 de dezembro. Nos dias seguinte, de 1 a 3 de janeiro, o recolher obrigatório passa a estar em vigor em todo o País a partir das 13 horas — impedido assim os habituais almoços de celebração do novo ano.

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