Depois de a Direção-Geral da Saúde (DGS) ter comunicado que, nesta fase, apenas seria recomendada a vacinação contra a COVID-19 das crianças dos 12 aos 15 anos que tivessem doenças associadas, sabe-se agora que não terá de ser necessariamente assim. Ou seja, todas as crianças nessa faixa etária poderão ser vacinadas assim que o agendamento abrir.

No entanto, e ao contrário daquilo que Marcelo Rebelo de Sousa fez saber, essa decisão não caberá exclusivamente aos pais. Para que as crianças sem doenças associadas possam ser vacinadas, será "sempre necessária" a validação do clínico assistente, explica Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, em declarações ao jornal "Expresso".

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A informação foi reforçada pelo governo, que fez saber que "para além dos casos de comorbilidades [nesta faixa etária], a vacina é possível [de ser administrada] por indicação médica", tal como explicou fonte oficial do executivo de António Costa ao mesmo jornal.

Isto significa que, uma vez que os pais decidam que os filhos devam ser inoculados com a vacina, a decisão terá de ser avaliada pelo médico para que "este determine se recomenda" ou não a toma.

A abertura da fase de vacinação para crianças entre os 12 e os 15 anos deverá abrir em meados de agosto. Na Madeira, por exemplo, a vacinação já começou e incluiu todas as crianças.

Nas últimas 24 horas, Portugal registou mais 8 mortes e 2.306 novos casos de infeção por COVID-19.

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