O caso da jovem do Porto encontrada morta este sábado, 7 de agosto, no Parque de Campismo da Cabreira, em Vieira do Minho, está entregue à Polícia Judiciária de Braga, mas a família acredita que a jovem terá morrido na sequência da toma da vacina contra a COVID-19, administrada na segunda-feira, 2 de agosto, escreve o jornal "Correio da Manhã". Outra versão é contada pelos amigos.

Sabe-se que Inês Rafael, a jovem de 19 anos, era saudável, praticava dança clássica, sendo que nada aponta para uma relação de causa-efeito relativamente a potenciais riscos da vacina da COVID-19 que causassem um efeito adverso de tamanha gravidade que pudesse levar à morte da estudante de Jornalismo.

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Contudo, o grupo de 12 amigos com quem Inês estava no Parque de Campismo de Vieira do Minho conta outra versão. Os jovens, incluindo o namorado da estudante de Jornalismo, garantiram às autoridades que houve consumo de bebidas alcoólicas durante a estadia no parque de campismo e afirmam que Inês consumiu bebidas brancas e que na madrugada deste sábado mostrou-se indisposta — sintoma que também já tinha levado Inês ao hospital, onde lhe foi diagnosticada uma gastroenterite, há cerca de 15 dias, de acordo com um tio ao "CM".

Mais tarde, por volta das 06h13, o alerta foi então dado às autoridades, quando Inês entrou em paragem cardiorrespiratória.

Ainda não é possível perceber qual das causas terá levado à morte da jovem de 19 anos, embora a Polícia Judiciária de Braga suspeite que terá sido o consumo de álcool em excesso que causou a morte de Inês Rafael. Esta segunda-feira, 9 de agosto, será realizada uma autópsia no Gabinete Médico-Legal e Forense de Braga que irá ajudar a apurar os factos sobre o motivo da morte apontada inicialmente como "doença súbita".

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