O governo de António Costa vai manter as celebrações do Natal a meio gás, mas na passagem de ano haverá mais restrições para evitar que o risco dos ajuntamentos nos dias 24 e 25 de dezembro desencadeiem novas cadeias de transmissão do vírus. Por isso, no Natal continuará a ser permitida a circulação livre entre concelhos — mesmo nas regiões sinalizadas como de risco muito elevado e risco extremamente elevado — e a permanência na via pública será permitida até às duas horas da madrugada de 26 de dezembro. Nesse dia, no entanto, a circulação volta a estar restrita a partir das 23 horas.

Embora o Natal seja permitido, António Costa repetiu, por diversas vezes, que é importante que este ano haja um número mais reduzido de pessoas à mesa e que o uso da máscara não seja esquecido. No que toca à passagem de ano, no entanto, o governo puxou do travão e proibiu todas as celebrações. 

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A grande novidade é que haverá proibição de circulação na via pública, em todos os concelhos (inclusive os de risco moderado), a partir das 23 horas de 31 de dezembro. Nos dias seguinte, de 1 a 3 de janeiro, o recolher obrigatório passa a estar em vigor em todo o País a partir das 13 horas — impedido assim os habituais almoços de celebração do novo ano.

As medidas foram anunciadas no mesmo dia em que o novo boletim epidemiológico, referente às últimas 24 horas, dava conta de mais 87 mortes e 4.320 novos casos de infeção em Portugal.

Sobre o número de óbitos, António Costa reconheceu que o valor continua "muito elevado", mas que as previsões indicam que poderá começar a baixar já a partir da próxima semana.

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