O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) desperdiçou quatro frascos de vacinas contra a COVID-19, desenvolvidas pela Pfizer e BioNTech. Cada frasco, que contém seis doses, estava inicialmente destinado à segunda dose dos profissionais do instituto, mas terão acabado por sobrar e, por isso, foram guardadas num frigorifico das instalações do INEM, escreve o jornal "Correio da Manhã".

Apesar de guardadas, as vacinas terão sido esquecidas o que obrigou à sua destruição. Sempre que sobrem vacinas, o protocolo obriga que tanto a equipa de coordenação do plano de vacinação bem como a respetiva Administração Regional de Saúde sejam contactas com o objetivo de se apurar o destino das vacinas em sobra.

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No entanto, Teresa Brandão, a responsável pela Delegação Regional do Sul do INEM, não terá estabelecido qualquer contacto acerca das vacinas esquecidas, escreve o mesmo jornal. A destruição terá acontecido a 30 de janeiro.

As vacinas em causa foram descongeladas às 07h48 de 25 de janeiro, o que obrigava a que fossem usadas até à mesma hora de 30 de janeiro, respeitando as normas das farmaucêuticas que dizem que uma vacina, após descongelada, só pode estar cinco dias no frio.

O caso foi denunciado pelo responsável pela Unidade pré-Hospitalar dos Serviços Farmacêuticos à Insperação-Geral das Atividades em Saúde Pública (IGAS) que já ouviu o testemunho de Teresa Brandão, diz a mesma publicação.

A posição oficial do INEM é a de colaborar "de forma interessada e transparente, aguardando com tranquilidade as conclusões do inquérito", esperando que todas as "circunstâncias em que decorreu o processo de vacinação e eventuais responsabilidades" sejam apuradas, cita o jornal.

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