A venda de testes rápidos de diagnóstico de COVID-19 ao público está proibida, contudo algumas farmácias continuam a vender os testes à margem da lei, noticia esta segunda-feira, 15 de fevereiro, o "Jornal de Notícias".

A situação foi detetada pelo Infarmed que tem já "em curso ações de fiscalização às farmácias comunitárias (...) no que respeita a venda e realização de testes rápidos". Fonte oficial da Autoridade Nacional do Medicamento avança ainda ao "JN" que, "quando são detetadas situações de venda de testes rápidos ao público, o Infarmed enceta as ações necessárias para que a farmácia cesse essa prática". Segundo a mesma fonte, "até agora, poucas foram as farmácias notificadas nesse sentido".

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O Infarmed tem ainda implementado ações de fiscalização nas farmácias onde os testes antigénicos são realizados por profissionais de saúde uma vez que, desde dezembro de 2020, as farmácias que cumpram certos requisitos, estão autorizadas a fazê-lo. De acordo com a bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins, apenas 373 das três mil farmácias do País reúnem todas as condições para o fazer.

Contactadas pelo "JN", várias farmácias admitiram continuar a vender testes ao público, contudo, quando confrontadas com um pedido oficial de informações, negaram a venda ou recusaram dar informações, avança ainda o mesmo jornal. A Associação Nacional de Farmácias afirma desconhecer a venda de testes ao público.

O Infarmed esclareceu ainda ao "JN" que, quanto à realização de testes serológicos como meio de diagnóstico do novo coronavírus, "não estão reunidas as condições" para que os mesmos sejam feitos em "farmácias comunitárias ou em qualquer outro local, de forma generalizada".

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