Das quase três milhões de pessoas que, em Portugal, já têm o plano de vacinação completo, "um pequeno número de 3.580" de pessoas registou infeção pela COVID-19. A informação foi dada este domingo, 11 de julho, pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, em entrevista ao "Jornal de Notícias" e à TSF.

"Foram identificados, num total de 2.984.095 pessoas com esquema vacinal completo, e passados 14 dias sobre a segunda dose, um pequeno número de 3.580 que, mesmo assim, adoeceram", explicou.

Quando questionada sobre se esse número podia estar, de alguma forma, associado aos vários tipos de vacinas disponíveis no mercado, Graça Freitas reconheceu existirem "pequenas diferenças". "Há pequenas diferenças, de facto, das várias marcas. E até há pequenas diferenças entre as duas vacinas MRNA. Neste momento, pelo menos na Europa e nos EUA, nos países que fazem mais estudos, há uma assimetria imensa no fornecimento das vacinas. E, portanto, as vacinas que são mais estudadas são aquelas em que há mais milhões de doses administradas", explicou na mesma entrevista.

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A informação surge um dia depois de se saber que Portugal atingiu a meta de ter 70% da população adulta com, pelo menos, uma dose da vacina tomada — estando, portanto, em concordância com aquelas que foram as perspetivas e diretrizes da Comissão Europeia.

“À data de ontem [sexta-feira, 9], já tinham sido administradas em Portugal continental 9.504.206 vacinas. Estas permitiram vacinar, com pelo menos uma dose, mais de 5.8 milhões de pessoas com 18 ou mais anos, que, no limite de um mês, terão o esquema vacinal completo. Ao momento, já quase quatro milhões estão totalmente vacinados”, lê-se na nota enviada às redações pelo Ministério da Saúde, diz a agência Lusa, citada pelo jornal "Observador".

A notícia surge na mesma altura em que Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República, diz que "o processo pandémico, a parte mais longa e, aparentemente, mais pesada, já passou".

Ainda assim, ressalvou que é necessário que o ritmo de vacinação continue constante.

"Como tudo na vida, as transições finais são sempre uma perturbação porque as pessoas querem recomeçar a vida em termos económicos e sociais e essa transição obriga a manter aquilo que é fundamental, que é vacinar. Vacinar a ritmo rápido e, também, ter precaução e o bom senso mesmo nesse período que nós achamos que é final", explicou este sábado, 10 de julho, aos jornalistas numa visita a Miranda do Douro, segundo escreve o "Jornal de Notícias".

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