A variante Delta, identificada na Índia, do SARS-CoV-2, já representa mais de 60% dos casos de infeção por COVID-19 em toda a região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT). A informação é dada este domingo, 20 de junho, pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), citado pelo jornal "Público". Na região norte do País, no entanto, a presença deste variante nos contágios registados até agora é inferior a 15%, segundo os dados divulgados pelo INSA.

Ainda que estes dados digam respeito aos resultados preliminares resultantes do trabalho de sequenciação feito ao longo de junho, "permitem conhecer melhor a prevalência das principais variantes genéticas do SARS-CoV-2 em Portugal", diz o instituto, garantindo, no entanto, que a análise continuará ao longo do mês.

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Além disso, os novos dados indicam ainda que a variante Delta pode ter "um grau de transmissibilidade cerca de 60% superior à variante Alfa", que inicialmente foi identificada no Reino Unido.

O instituto adianta ainda que a variante Delta acompanhada da mutação K417N, aquela que foi "apontada como alvo de vigilância apertada pelas autoridades de saúde do Reino Unido", está presente em apenas "2,5% dos casos associados à variante Delta" no País.

Isto permite concluir que esta variante com esta mutação específica "não ganhou expressão relevante em Portugal", diz o ISA, citado pelo jornal "Observador".

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