Cláudio Ramos é a prova de que os sonhos se podem tornar realidade, caso haja vontade e trabalho árduo. Aos 47 anos, o apresentador prepara-se para uma maratona de estreias. Este domingo, 3 de janeiro, regressa à apresentação do Big Brother", desta vez ao lado de Teresa Guilherme. E, esta segunda-feira, estreia-se nas manhãs da TVI ao lado de Maria Botelho Moniz, no novo talk show "Dois às Dez".

Nas vésperas destas estreias, o apresentador recorreu às redes sociais para recordar os sonhos de infância. Na legenda de uma fotografia de quando era criança, Cláudio escreveu que, naquela altura, "sabia exatamente" que o seu futuro seria o que está a viver atualmente. "Na escola, os miúdos jogavam à bola, trocavam berlindes e as miúdas falavam umas com as outras, saltavam à corda, exibiam os livros forrados a papel colorido. Eu não estava num lado nem noutro. Eu, era só Eu no meu canto e lembro-me muitas vezes de pensar se valeria a pena passar por tudo aquilo, que se passava pela minha cabeça", escreve.

Cláudio Ramos. "Se tudo correr como imagino falharei eu mais depressa à TV que a TV a mim"
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"Muitas vezes achei que a cabeça não tinha razão porque era pouco divertido ficar ali só a olhar até ser ‘normal’. Aos fins de semana brincava aos festivais da canção, cantava, apresentava, era jurado, inventava o cenário, os textos. Depois inventava programas de rádio que gravava numa k7 e ouvia com espanto. Organizava desfiles só para os apresentar... era um miúdo. Uma criança. Era só uma criança com sonhos, como há tantas. Se olhar para trás passou tão depressa mas se fechar os olhos demorou muito tempo a passar", conta.

"Não importa se o caminho foi fácil ou complicado. Hoje, importa deixar a mensagem de esperança a cada um que tem um objetivo, fazê-los acreditar que por muito que custe ou demore é possível. Eu tinha tudo contra mim. Comigo, tinha apenas a certeza, a esperança e obviamente o foco. Estamos a falar de um foco que me acompanha desde que me conheço. Desde que era um menino", recorda.

"Apeteceu-me escrever isto hoje, na véspera de começar uma nova fase na minha vida profissional, porque o menino que sonhava ser apresentador, amanhã começa o BB Duplo impacto e na segunda feira será, com a Maria, o anfitrião do novo programa das manhãs na TVI. É, como imaginam, maior que o sonho daquela altura. Sei que é merecido. Sei que tenho mérito, que nada me foi dado de mão beijada, que não agrado a toda a gente que há até quem ache que não mereço. Mas eu sou dos que faz por merecer", acrescenta ainda.

2020 foi o ano de consolidação profissional de uma carreira que começou em 1999, como comentador do programa da SIC "Noites Marcianas". Após uma breve passagem pela TVI (onde foi concorrente do reality show "Big Brother Famosos", apresentador de "Olhó Vídeo" e comentador de "Rosa Choque"), regressou à SIC, onde esteve até fevereiro de 2020, mês em que se mudou para a TVI.

Conduziu "BB2020", reality show que arrancou em plena pandemia. Ficou de fora de "Big Brother - A Revolução", regressando ao formato este domingo, ao lado de Teresa Guilherme, para coapresentar "Big Brother - Duplo Impacto".

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