O documentário "Os Sonhos Não Têm Teto", transmitido pela SIC, terminou este sábado à noite, 27 de fevereiro. No último episódio, um dos temas foi o regresso de David Carreira aos estúdios e concertos após a morte da irmã, Sara Carreira, vítima de um acidente de viação a 5 de dezembro.

A 8 de janeiro, David Carreira e a equipa voltaram aos Estúdios Brainstorm, algo que o mesmo admite que só conseguiu fazer por sentir um amplo apoio à sua volta. “Acho que sozinho não ia conseguir voltar a estúdio. Se não fosse esta família que se foi criando, amigos… De repente passou de amizade para uma sensação de união", revela o cantor.

David Carreira planeava escrever o álbum "8" e entregá-lo em meados de março, meta que vai poder cumprir graças à força dessa família, que foi contruído ao longo da carreira e que o ajudou enfrentar a perda recente da irmã mais nova. "Se não fosse com eles, tenho a certeza que não ia conseguir tão cedo voltar a compor".

“São pessoas que me conseguem arrancar um sorriso, mesmo quando acho que ainda não está na altura de sorrir, o que é estúpido", disse o cantor, acrescentando: "Mas senti isso, que ainda não estava na altura de sorrir”. 

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Após regressar ao estúdio, o artista deu um concerto solidário virtual, "Amor em Casa", a 6 de fevereiro, cujos lucros reverteram para a União Audiovisual, que ajuda profissionais do setor artístico, um dos mais afetados pela pandemia — concerto esse que originalmente, antes da tragédia com Sara Carreira acontecer, era para ser um live transmitido por David Carreira no dia de Natal.

Contudo, a ideia manteve-se, e além de apoiar os profissionais do setor, teve como objetivo homenagear a irmã. “Sentíamos que estávamos a fazer algo de especial, de importante, então criou-se uma energia que nunca encontrei em nenhum palco. E era um palco sem público, mas foi muito especial”, lembra David Carreira, aquele que foi o artista português mais novo a esgotar o Altice Arena. David termina ainda dizendo que o mais difícil de fazer este concerto, gravado no fim de janeiro, foi precisamente "fazê-lo".

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