
Teri Hatcher sente-se melhor do que nunca. A estrela de “Donas de Casa Desempregadas”, série que foi transmitida entre 2004 a 2012 e que a fez conquistar um Globo de Ouro, publicou na passada terça-feira, 5 de agosto, um carrossel de fotografias no Instagram completamente sem maquilhagem, tendo como objetivo dizer aos seus seguidores que “está tudo bem em ser real”. Dito e feito, os internautas guardam o conselho de Teri Hatcher, e não se cansaram de dizer o quão bonita é a atriz sem maquilhagem.
"A caminhar ao pôr do sol, naquela hora dourada mágica que qualquer diretor de fotografia vencedor de um Óscar perseguiria, fiquei curiosa para perceber: qual é a diferença e será que isso importa? Então, aqui está uma foto sem filtros, uma com o sol de frente, outra com ele às minhas costas. Cada linha é uma história de esforço humano real, de sucessos e falhas”, começou por escrever a atriz, que também fez parte do elenco de “007 - O Amanhã Nunca Morre”.
“Podes ampliar à vontade. Será que um ângulo é melhor que o outro? Mais 'bonito'? A forma como enquadramos a beleza é tudo - e a minha perceção? Escolho a gratidão pelo tempo presente em cada ruga. Mostrei o meu rosto ao natural pela primeira vez em 2010 e toda a gente me disse que era loucura, mas 15 anos depois, ainda estou aqui, ainda a dizer que está tudo bem em ser real”, rematou Teri Hatcher, que deixou também no carrossel de fotografias várias pesquisas que fez no Google sobre si mesma, nomeadamente artigos que partilhavam, em 2010, a sua cara lavada.
Mas a atriz de 60 anos nunca teve problema em mostrar-se mais vulnerável (se é que isso é o conceito certo quando falamos de mulheres a mostrarem a cara e o corpo ao natural) nas redes sociais. Já em 2019, segundo a “People”, Teri Hatcher publicou duas fotografias em biquíni, como forma de se mostrar bem com o seu próprio corpo, e na altura tinha 55 anos. A atriz explicou que aqueles eram os resultados de um plano de treino não para perder peso, mas sim para se sentir mais saudável, e que todo o processo tinha sido “libertador”.