Yannick Djaló esteve esta tarde de terça-feira, 19 de janeiro, à conversa com Manuel Luís Goucha no programa das tardes da TVI. O futebolista de 34 anos falou sobre as filhas, Lyonce e Lyanni, que já não vê há cerca de um ano. Revelou ainda que tem trocado emails com Luciana Abreu, a mãe das filhas, e que "as coisas parecem estar a caminhar para bom porto".

O futebolista começou por referir que tem muita "pena" porque neste momento não tem sido possível visitar as filhas Lyonce, de 10 anos, e Lyanni, de 9. "Temos reuniões de 15 em 15 dias com as psicólogas que ajudam a mãe e o pai neste processo, para saber como estão as coisas", afirmou Yannick. "Eu e a Luciana temos trocado emails e as coisas parecem estar a caminhar para bom porto", acrescentou, referindo ainda que não vê as filhas há um ano.

Djaló frisou que "será difícil recuperar o tempo perdido" com as filhas e que estão numa idade crucial. "Foi-lhes incutida uma ideia errada do pai, nas visitas elas choravam sem motivo. Podem sentir-se magoadas por o pai não ser presente, mas não lhes dão muita abertura", disse.

Apesar dos períodos conturbados com Luciana Abreu a propósito das visitas às filhas, Djaló garante que "deseja o melhor" para a atriz. Mas admite: "Foi maldosa em coisas que disse e na intenção que teve em algumas coisas, mas não me atingiu". Agora, o "maior desejo" do avançado é poder estar com as filhas.

O amor ao filho Chrystyan

Yannick Djaló é pai de Chrystyan, de 12 anos, fruto da relação que manteve com Ana Sofia Miguel. O futebolista garante que passa muito tempo com o filho e que a sua vontade é que "vá o mais longe que puder", pois também tem "uma grande paixão pela bola". "Felizmente, tenho uma relação muito próxima com a mãe do Chrys, ela é a minha melhor amiga", referiu, acrescentando que o filho tem aprendido a cultura portuguesa e a cultura africana.

Atualmente, o futebolista mantém uma relação de três anos com Daisy Gonçalves. A influenciadora surpreendeu o companheiro ao surgir no programa "Goucha" esta tarde e acabou por explicar algumas das diferenças e o que é que mais a cativou em Djaló. "Desde que a Daisy entrou na minha vida fiquei mais maduro e comecei a pensar no futuro de outra forma", confessou a Manuel Luís Goucha.

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Yannick sem trabalho em futebol

Passou pelos clubes do Sporting e Benfica, mas já não pisa o campo de jogo desde abandonou o Ratchaburi, clube de futebol da Tailândia, em 2018. "Tem sido terrível, mas com a ajuda da minha família tem sido mais fácil. Cada vez, torna-se mais difícil encontrar equipa. Felizmente, tenho recebido convites que rejeitei", afirmou, explicando que faz questão de ficar em Portugal para estar mais perto das filhas.

Ainda relativamente ao futebol, Yannick lamenta a forma como saiu do Sporting. O jogador referiu que aquela foi a casa que o viu nascer para o desporto. "É a minha casa e sempre fui feliz lá. A minha saída precipitou-se e tenho pena. Mas tenho recebido propostas para outros projetos ligados ao futebol", atirou.

A morte trágica da irmã

Açucena morreu em 2018, vítima de um atropelamento nas festas da Moita. Tinha apenas 17 anos e Yannick contou ao apresentador que "foi uma perda muito grande". "O meu irmão João vai muitas vezes ao cemitério e costumo encontrá-lo lá. Eles cresceram juntos e tinham uma relação muito forte", revelou sobre a perda da irmã. "Eu não sou muito de puxar a dor e tudo o que me magoa, tento pôr de lado", acrescentou.

A mãe de Yannick Djaló também foi uma das maiores perdas para o futebolista. Mariete morreu em 2016 e o avançado lembrou no programa a primeira memória que tem com a mãe: "Fica a memória do dia em que chegámos a Portugal, tinha eu seis ou sete anos. Estava frio e eu não conhecia o frio", afirmou, referindo ainda que o primeiro local que conheceu com a mãe foi a Praça da Figueira.

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