Os sabores e o aspeto estão todos lá, mas o tempo que leva a ser preparado é muito diferente daquele que é preciso para fazer um cozido à portuguesa como conhecemos.

Com muita vontade de inovar e trazer para o mercado uma opção diferente, a marca ribatejana de enchidos tradicionais Quintinha d’Aldeia acaba de lançar o Cozido d’Aldeia — um produto exclusivo que reúne os sabores do cozido à portuguesa, mas prontos a servir. Se antes só conseguíamos comer cozido à portuguesa quando íamos à casa dos avós ou a um restaurante tradicional, como estes que já lhe sugerimos neste artigo, agora já não é bem assim.

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O Cozido d’Aldeia trata-se de um enchido cozido, de forma retilínea, massa irregular e marmoreada, composto por carne e gordura de suíno, arroz carolino e enchidos, e cheio em tripa de vaca — e é rápido e fácil de preparar, uma vez que já vem pré-cozinhado. 

"Pensámos no cozido porque é um prato tradicional e que quase toda a gente gosta e depois porque hoje em dia as pessoas andam tão aflitas e tão à pressa que não têm tempo para fazer um verdadeiro cozido que leva uma manhã. Assim, as pessoas chegam ao supermercado, tiram esta embalagem, e pelo menos têm lá as raízes todas do cozido para o poder saborear", conta Susana Santos, fundadora da marca, à MAGG.

Apesar de não estar presente a couve e a cenoura, Susana aconselha a que, na hora de aquecer o enchido, se coza num instante estes dois ingredientes que compõem um típico Cozido à Portuguesa.

Com esta reinvenção, o objetivo da marca é servir, em poucos minutos, e de forma descomplicada, esta herança gastronómica e cultural. O Cozido d’Aldeia está disponível nos pontos de venda Quintinha d’Aldeia e custa 4,90€.

Além deste produto, que já pode ser encomendado através do site, a marca diferencia-se ainda no mercado pelo Chouriço e Chouriço Negro, pela Morcela de Assar, Farinheira Amarela, e o inovador Chouriço de Touro Bravo do Fumeiro da Lezíria.

"O nosso foco sempre foi ter um bom produto. Começámos há nove anos muito pequenos, hoje já não somos tão pequeninos, mas a nossa ideia foi ter um produto sempre igual. Ou seja, independente da quantidade que produzimos, nunca iremos ter um produto industrializado. Posso fabricar mais, mas a forma como as coisas são feitas é sempre igual, demore o tempo que demorar", frisa Susana Santos.

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