Nesta série que recupera o ambiente acolhedor da sempre frenética Nova Iorque, são contadas oito histórias sobre o que significa encontrar o amor e estar apaixonado num mundo globalizado e cada vez mais pouco tolerante. E ainda que essas histórias sejam todas elas diferentes, convergem num final que tem tanto de bonito como de fofinho. Em tempos destes, não é isso mesmo que nos faz falta?

"Modern Love", uma série exclusiva da Amazon Prime Video, inspira-se na famosa coluna do jornal "The New York Times", que todos os domingos publica as melhores histórias de amor contadas pelos próprios leitores.

Das cerca de 1.500 palavras que, regra geral, compõem cada memória ou cada história, surgiu esta série que contou com a ajuda do jornalista e editor da coluna, Daniel Jones. Isto significa que muitos dos momentos que são retratados ao longo dos oito episódios partem sempre de factos, mesmo que depois sejam tomadas algumas liberdades criativas para a televisão.

Enquanto no primeiro episódio conhecemos uma mulher que tenta encontrar o amor através de vários encontros que nunca resultam, noutro Anne Hathaway interpreta uma mulher que vive assoberbada pelo seu transtorno bipolar.

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Este é, aliás, um dos momentos mais importantes da série pela forma como representa o que é viver com depressão e bipolaridade, mas também por representar o estigma associado a quem vive com doenças do foro mental.

Mas mesmo nos episódios mais duros, o ambiente é sempre de esperança e nunca de ostracização. Por isso, e porque uma série destas nunca pode (nem deve) acabar mal, há sempre um final feliz à espreita — mesmo que os espectadores tenham de esperar oito episódios para o ver.

"Modern Love", uma série exclusiva da Amazon Prime Video, já foi renovada para uma segunda temporada, mas ainda não é conhecida a data de estreia.

No elenco da primeira temporada estão nomes como Anne Hathaway, Tina Fey, Julia Garner, Cristin Milioti e John Slattery.

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