É já na próxima semana que as livrarias portuguesas vão receber a edição traduzida do livro "365 Dias", escrito por Blanka Lipinska, uma das mulheres mais lidas na Polónia. O livro inspirou o filme, com o mesmo título, da Netflix, ainda hoje considerado um dos mais vistos de sempre da plataforma e que alguns críticos apelidaram como sendo uma versão mais extrema e arriscada de "As Cinquenta Sombras de Grey".

O livro, traduzido por Violetta Gawor e Paula Nascimento e editado pela LeYa e a Lua de Papel, vai ser posto à venda já na próxima terça-feira, 18 de maio. O preço de venda será de 18,90€. Até lá, pode encontrá-lo em regime de pré-venda em lojas como a Wook ou a Fnac.

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No centro da história está Laura. Esta mulher, que é diretora de marketing numa empresa conceituada da Polónia, vê a sua vida a mudar drasticamente quando, numa viagem para Sicília, em Itália, é raptada por um membro violento da máfia italiana. Esse chama-se Massimo que, depois de a raptar, explica-lhe que já a tinha visto há cinco anos e que, desde então, nunca tinha deixado de pensar nela.

Após o rapto, Massimo revela as suas verdadeiras intenções em mantê-la presa: durante 365 dias, fará de tudo para que Laura se sinta cada vez mais próxima de se apaixonar por ele. Para isso, o mafioso promete-lhe uma vida abastada e repleta de luxos. Pelo meio, há cenas de sexo quase explícito que foram, aliás, transpostas para a adaptação da Netflix.

Apesar do sucesso do livro e, mais tarde, do filme, a história não está isenta de críticas. Houve quem a acusasse de retratar, com uma leveza pouco responsável, situações de rapto e violação, com o único objetivo de desvalorizar relatos de potenciais vítimas e glorificando o agressor.

O primeiro livro chega a Portugal numa altura em que já foram publicadas duas sequelas, em 2018 e 2019. Ainda não se sabe se também esses livros serão traduzidos para português.

créditos: LeYa

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