E se, afinal, o seu filho fosse um assassino? A ideia perturba e é o ponto de partida para "Defending Jacob", a nova grande série de crime da Apple TV+ que junta Chris Evans e Michelle Dockery, de "Downton Abbey", nos papéis principais. E o dilema começa quando, numa pacata cidade de Newton, nos EUA, um jovem aparece morto e toda a população passa a viver em sobressalto com a ideia de um assassino violento estar à solta.

Andy Barber, a personagem interpretada por Chris Evans, é advogado e procurador adjunto da cidade e depressa vê-se envolvido no caso em constante colaboração com as autoridades responsáveis pela investigação.

A reviravolta, porque é isto que mantém a história sempre em movimento, acontece quando Jacob, o seu filho interpretado por Jaeden Martell, é considerado um dos principais suspeitos do crime depois de ser encontrada a sua impressão digital no corpo do jovem.

Afinal, o jovem e Jacob conheciam-se e eram colegas de escola. O facto de Jacob ser uma pessoa mais introvertida, e de a certa altura ter levado uma navalha para a escola, levou os amigos a acreditar que terá sido ele a matar o colega que, descobre-se mais tarde, era violento com Jacob e com vários outros alunos. Para os advogados da acusação, estava estabelecido o motivo que levou Jacob a matar.

Mas para os pais do jovem, toda a conjuntura é inexplicável por acharem que Jacob nunca seria capaz de matar. A história que é contada ao longo de oito episódios, é de uma tensão constante e que deixam o espectador constantemente dividido entre acreditar em Jacob ou em algumas das descobertas avançadas pela acusação. E é só uma das séries mais interessantes que já terminaram e que, por isso, pode ver de uma assentada durante a tarde ou uma noite de insónias.

Também pode ver "Top Boy" na Netflix (não confundir com "Toy Boy"). "Top Boy", A série foca-se apenas no conflito entre gangues de East London, no Reino Unido, e de como as ruas não são para os fracos.

Em plena guerra entre duas fações criminosas, um dos protagonistas tenta, a todo o custo, tornar-se no "top boy" — que é como quem diz, o rapaz que controla tudo: desde a rede de tráfico de droga ao fundo financeiro do gangue. 

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Ainda que o arranque da história possa parecer igual ao de tantos outros, é a vida rotineira destas personagens, habituadas a conviver de perto com a violência e a pobreza, que preenche o espaço vazio.

Aqui há armas, guerras, traições e esquemas mesquinhos engendrados através da gíria londrina que fez com que a série fosse recusada no mercado americano porque ninguém percebia o que é que as personagens estavam a dizer. Mas não é a única sugestão.

Mostramos-lhe 16 séries incríveis que provavelmente lhe passaram ao lado e que deveria começar já a ver.

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