A gala deste domingo, 7 de novembro, do "Big Brother", esteve recheada de momentos polémicos e discussões acesas. Na sequência da análise das consequências das declarações de Ricardo, amplamente criticadas nas redes sociais, gerou-se uma troca de argumentos entre Manuel Luís Goucha e Ana Garcia Martins, centrada sobretudo no papel que as plataformas digitais tiveram na polémica desta semana.

A propósito da nomeação direta de Ricardo, castigado pelas declarações, nas quais insinuou que tinha tido um envolvimento físico sem o consentimento de Joana, A Pipoca Mais Doce defendeu o papel das redes sociais como uma plataforma de debate dos temas e voltou a afirmar que Ricardo não percebeu a gravidade do que disse, ao que Manuel Luís Goucha apresentou outra perspetiva, afirmando que Ricardo foi nomeado "injustamente".

Joana garante que não houve abuso. Para A Pipoca Mais Doce, a sanção de Ricardo foi justa
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"Isto é crucificar na praça pública alguém que nada fez", "nas redes sociais vai tudo em carneirada" e "uma dimensão de apedrejamento público", "é um cancro que existe na sociedade que se chama redes sociais", foram algumas das frases usadas por Manuel Luís Goucha para descrever o que aconteceu na última semana.

Cristina Ferreira fez questão de lembrar a primeira edição do reality show, em 2000, recordada 20 anos depois pelo "episódio do Marco". "O 'Big Brother' assenta muito nos temas polémicos. Só que, hoje em dia, os concorrentes são muito mais treinados naquilo que é um reality show. Eles sabem muito bem o que acontece cá fora, o que devem e o que não devem dizer. Só que há momentos em que se esquecem e é nesses momento que são apanhados na curva", começou por afirmar.

Sobre os comentários feitos pelo coapresentador do reality show, Cristina Ferreira fez questão de frisar que "qualquer pessoa na TVI é livre de fazer o que bem entender". "O que não impede que, mais tarde, haja uma reflexão entre todos sobre se o que fez foi bem feito ou não. Não há ninguém que tenha qualquer tipo de constrangimento, nem apresentadores, nem comentadores. Ninguém", afiança.

E a responsável da estação de Queluz de Baixo vai mais longe, dizendo que concorda com o que foi dito por Manuel Luís Goucha. "Eu partilho da opinião do Manel. O tema deve ser discutido, o tema deve ser chamado à discussão, dentro da casa e fora dela. Aquilo com que nós não podemos compactuar é com a agressão ao próprio Ricardo, no sentido de ele ser apelidado de coisas que não pode ser chamado. Porque aí estamos a cometer o mesmo erro que não queremos cometer em relação a ele. E é isso que tem de ficar bem definido", explicou.

"Que o Ricardo seja chamado à atenção, que tenha perceção que o que disse pode levar a interpretações diferentes, e que não o pode fazer, isso é uma coisa. Agora, compactuar com o 'fora', 'expulso', 'violador', isso não posso compactuar", reforçou ainda Cristina Ferreira.

Ainda durante a gala deste domingo, Vânia Sá disse que iria pedir uma auditoria à TVI, na sequência da expulsão da mãe, Felicidade. A diretora de Entretenimento e Ficção do canal mostra-se tranquila e faz questão de frisar que as reações ao programa nas redes sociais nem sempre se refletem nas votações.

"As redes sociais vieram dar uma ideia de vontade do público que não existe em relação às chamadas que são efetuadas. Ou seja, dentro de uma família há 10 pessoas. 10 pessoas dizem uma coisa, há uma que diz o contrário e só uma é que vota, e os resultados são completamente diferentes. Portanto, estejam à vontade para pedir as auditorias que quiserem porque nós sabemos muito bem o que estamos a fazer", salientou.

Já depois destas declarações de Cristina Ferreira, à margem da apresentação da novela "Para Sempre", Vânia Sá disse ter sido impedida de participar no programa "Dois às 10", onde esteve a mãe, Felicidade.

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