O Ministério Público de Portalegre requereu o julgamento de João Moura por 18 crimes de maus tratos a animais de companhia, um dos quais agravado. A acusação surge depois de 18 cães subnutridos terem sido encontrados na sua propriedade, em Monforte, em fevereiro de 2020.

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Caso seja condenado, o cavaleiro poderá ser sujeito a uma moldura penal que pode chegar aos dois anos e quatro meses de prisão. Recorde-se que, após denúncia anónima, em fevereiro de 2020, uma investigação do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR descobriu 18 galgos em estado crítico, sendo que um deles acabou por morrer, apesar dos cuidados veterinários que lhe foram prestados após o resgate, na propriedade do cavaleiro.

O cavaleiro garantiu que não maltratou os animais, no entanto, ao que foi possível apurar, esta não terá sido a primeira vez que o cavaleiro foi investigado pela forma como tratava os cães. João Moura foi presente no mesmo dia a tribunal, para ser interrogado, onde lhe foi imposto um termo de identidade e residência, a medida de coação menos grave e que obrigatoriamente é aplicada a um arguido.

Agora, mais de um ano depois, a Procuradoria da Comarca de Portalegre confirma que João Moura será acusado de 18 crimes a animais de companhia, um deles agravado.

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