Depois de anos sem pistas concretas, o final de tarde desta quarta-feira, 3 de junho, ficou marcada por um motivo: a polícia alemã admitiu ter um suspeito de 43 anos que poderá ter raptado e assassinado Maddie. O indivíduo é alemão, caucasiano, loiro, magro e com 1,83 metros de altura. Esta é a descrição do suspeito ao dia de hoje, mas não será muito diferente da do homem que em 2007 terá raptado Madeleine, a 3 de maio, na praia da Luz, Algarve.

Esta descrição será crucial para as autoridades consigam perceber onde andava o suspeito no dia em que a criança de 3 anos desapareceu. “A nossa investigação leva-nos a crer que a criança está morta e que este homem a matou”, disse o inspetor Hoppe a uma cadeia de televisão alemã, avança o "Expresso". O homem terá vivido em Portugal entre 1995 e 2007, tem cadastro por crimes sexuais e tornou-se o principal suspeito nesta operação por causa de telefonemas que terá feito perto da vila onde Maddie foi vista pela última vez.

Detido um alemão de 43 anos suspeito de ter raptado e assassinado Maddie
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O inspetor explicou ainda que já tinham recebido algumas pistas sobre este suspeito mas que só agora a informação foi suficiente para o considerar como tal. Esta pessoa está presa por crimes “sexuais e de tráfico de droga” e uma possibilidade em cima da mesa para o desaparecimento da criança por de ter sido “um assalto a uma residência que mudou para crime sexual”, uma vez que as crianças estavam sozinhas no quarto.

Não está ainda descartada a hipótese de haver mais suspeitos envolvidos no rapto e que estes possam saber onde o corpo terá sido enterrado.

Assim que se noticiou a nova direção da investigação do desaparecimento da filha, Gerry e Kate McCann, agradeceram às autoridades envolvidas no caso. “Ficamos satisfeitos com as novidades sobre o desaparecimento da nossa filha Madeleine. Gostaríamos de agradecer à polícia envolvida no caso e aos seus esforços para encontrarem a Madeleine. Tudo o que nós queremos é encontrá-la, revelar a verdade e levar os responsáveis à justiça. Nunca perdermos a esperança de encontrar a Madeleine viva, mas seja qual for o desfecho temos de o conhecer para encontrarmos paz”.

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