A grávida retirada de maca no ataque russo à maternidade de Mariupol, na Ucrânia, na passada quarta-feira, 9 de março, acabou por não sobreviver. A jovem, que tinha sido atingida no abdómen, foi ainda transportada para outro hospital onde os médicos fizeram de tudo para a manter viva, mas sem sucesso, avança a Associated Press (AP).

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A fotografia desta grávida retirada dos escombros circulou pelo mundo e tornou-se numa das imagens mais simbólicas divulgadas ao longo da guerra que começou a 24 de fevereiro. De acordo com a equipa médica que a tentou salvar, a jovem terá pedido que a deixassem morrer no momento em que percebeu que estava a perder o filho. 

Timur Marin, cirurgião que socorreu a jovem, explicou que o bebé nasceu por cesariana, mas não mostrou "sinais de vida” e, por essa razão, a equipa médica focou-se na mãe. "Mais de 30 minutos de trabalhos de reanimação na mãe não tiveram resultados. Ambos morreram", contou à AP.

Acusados de terem cometido mais um crime de guerra, as tropas russas alegaram que a maternidade estava desocupa, não existindo médicos, nem pacientes. Após o ataque à maternidade, as Nações Unidas disseram, na passada quinta-feira, que a maternidade do hospital pediátrico de Mariupol, no leste da Ucrânia, não foi a única a ser alvo de bombardeamentos russos, tendo sido também destruídas maternidades nas cidades de Zhytomyr e Kharkiv, escreve a CNN Portugal. 

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