Ryan Borgwardt foi detido durante a tarde de terça-feira, 10 de dezembro, mas ainda não se sabe quais acusações pode enfrentar. O homem de 45 anos e pai de três filhos tinha forjado a própria morte num acidente de caiaque em agosto, em Green Lake, Wisconsin, Estados Unidos. Depois de um mês de buscas, as autoridades concluíram que Ryan Borgwardt não estaria no lago e que teria fugido.
Em outubro, as autoridades descobriram que o passaporte do norte-americano tinha sido verificado pelas autoridades canadianas e perceberam que este tinha cruzado a fronteira dias depois do seu desaparecimento.
Depois de vários apelos por parte da família e do xerife encarregue do caso, Ryan Borgwardt entrou em contacto com as autoridades a 11 de novembro, contudo, não se mostrou disponível para voltar para o Wisconsin, avançou o “DailyMail”.
O xerife Mark Podoll pediu ao homem que respondesse a algumas perguntas e gravasse um vídeo. Ryan Borgwardt, que não contactou a família enquanto esteve desaparecido, revelou então que estava “seguro” e “sem problemas”. De acordo com a mesma publicação, enquanto as autoridades tentavam verificar a versão de Ryan Borgwardt, o homem revelou que não esperava que as buscas durassem mais de duas semanas.
As autoridades acreditam que Ryan Borgwardt terá ido ter com a mulher com quem mantinha contacto e que esta seria sua amante. Às autoridades, o norte-americano disse que fingiu a própria morte devido a “assuntos pessoais”.
Quando as autoridades perceberam que o homem já não estava no país, apreenderam o seu computador e descobriram que este tinha trocado o disco rígido e apagado o histórico de pesquisas. Ryan Borgwardt tinha feito um seguro de vida no início do ano de, aproximadamente, 350 mil euros.
Sabe-se que Emily, mulher de Borgwardt, está a ter apoio psicológico num grupo de mulheres com “homens que fugiram”.